O mundo vem assistindo a crescente onda de mães muito jovens, que dão a luz numa época em que poderiam estar desenvolvendo algumas capacidades emocionais e cognitivas, além de acumular experiências, dentro da liberdade nesse período próprio para viver diversas circunstâncias e posteriormente a de entrar no universo adulto, portanto bagagem mínima que seja, mas que possibilita então, a constituição de uma família. Contudo um número alarmante mostra muitas adolescentes que acabam tomando outro rumo e engravidam iniciando um cerceamento de suas atividades no campo do desenvolvimento profissional e escolar, sem generalizar, porém, grande parcela delas acabam restritas ao contato com o lar onde residem.
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